
Por Iandê Cacira
As cinzas aparecem,
Espere por favor,
A cidade nasce quando os destroços desaparecem.
Baby é só o amor que liberta.
Baby é só a morte que liberta.
Cada alma na esquina,
À Espera do clima,
Da hora certa,
Da neblina.
Vamos atacar quando amanhecer,
Nós estamos em todos os lugares,
E os lugares estão em nós,
Quando despertarmos o reinado será imaginário.
Baby é só a morte que conheço,
As mudanças chegaram,
Mas, tudo, não é só mudança?
Um emaranhado de destruir,
Para reconstruir,
Sem uma existência,
Sem resistência…
Contato: iandecacira@gmail.com

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